Notícias do Mundo
Agronegócio brasileiro atinge recorde de 28,4 milhões de trabalhadores
Publicado em 08/05/2026
Setor representa 26,3% do mercado de trabalho nacional; rendimento médio cresce acima da média do país e presença feminina ganha destaque na liderança
O agronegócio brasileiro consolida sua posição como o principal motor da geração de empregos no país ao atingir a marca histórica de 28,4 milhões de trabalhadores ocupados em 2025. Com este desempenho, o setor passa a responder por 26,3% de todas as ocupações registradas no mercado de trabalho nacional. O avanço não se limita apenas ao volume de contratações, mas reflete uma mudança estrutural no perfil da mão de obra, com aumento da formalização e da qualificação profissional no campo e em toda a cadeia produtiva.
O agronegócio brasileiro consolida sua posição como o principal motor da geração de empregos no país ao atingir a marca histórica de 28,4 milhões de trabalhadores ocupados em 2025. Com este desempenho, o setor passa a responder por 26,3% de todas as ocupações registradas no mercado de trabalho nacional. O avanço não se limita apenas ao volume de contratações, mas reflete uma mudança estrutural no perfil da mão de obra, com aumento da formalização e da qualificação profissional no campo e em toda a cadeia produtiva.
A renda do trabalhador do setor também apresenta evolução real. O rendimento médio no agronegócio registra crescimento de 3,9% no último ano, índice que supera a média nacional de aumento salarial, fixada em 3,4%.
Esse fenômeno é impulsionado pela crescente demanda por profissionais mais escolarizados para lidar com as novas tecnologias de produção, o que eleva o piso salarial médio da categoria.
Outro pilar fundamental deste crescimento é a diversidade. A presença feminina no agronegócio acelera em ritmo constante, com mulheres ocupando postos que vão além das atividades operacionais, consolidando-se em funções técnicas, de gestão e em cargos de alta liderança nas propriedades e agroindústrias.
O agronegócio brasileiro consolida sua posição como o principal motor da geração de empregos no país ao atingir a marca histórica de 28,4 milhões de trabalhadores ocupados em 2025. Com este desempenho, o setor passa a responder por 26,3% de todas as ocupações registradas no mercado de trabalho nacional. O avanço não se limita apenas ao volume de contratações, mas reflete uma mudança estrutural no perfil da mão de obra, com aumento da formalização e da qualificação profissional no campo e em toda a cadeia produtiva.
Esse fenômeno é impulsionado pela crescente demanda por profissionais mais escolarizados para lidar com as novas tecnologias de produção, o que eleva o piso salarial médio da categoria.
Outro pilar fundamental deste crescimento é a diversidade. A presença feminina no agronegócio acelera em ritmo constante, com mulheres ocupando postos que vão além das atividades operacionais, consolidando-se em funções técnicas, de gestão e em cargos de alta liderança nas propriedades e agroindústrias.
Desafios econômicos e projeções para 2026
Apesar dos indicadores recordes de 2025, o cenário para o próximo ano exige cautela dos produtores e investidores. Segundo a análise técnica de Isabel Mendes, assessora da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), o setor deve enfrentar uma conjuntura de maior pressão. Entre os principais entraves estão os custos de produção elevados, influenciados por juros altos e restrições de crédito para produtores que enfrentam problemas de endividamento.
No âmbito externo, a manutenção de conflitos geopolíticos globais impacta diretamente os preços de insumos e os custos logísticos, o que pode comprimir as margens de lucro no próximo ciclo. Internamente, as incertezas no ambiente político e econômico, naturais em anos eleitorais, somam-se aos desafios de manter o ritmo de investimentos.
Para mitigar esses riscos, a CNA já encaminhou ao governo federal as propostas para o próximo Plano Safra. O objetivo da entidade é garantir volumes de recursos e taxas de financiamento que assegurem a continuidade da produção e, consequentemente, a manutenção dos postos de trabalho gerados nos últimos anos.
